quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Mantenha-se aberto para o novo!

Hoje em dia, uma das grandes preocupações que os governos em várias partes do mundo estão enfrentando é o aumento da longevidade das pessoas. O que antes era apenas um privilégio dos povos orientais, agora chegou definitivamente ao Ocidente. A baixa taxa de natalidade e o desejo de viver por mais tempo e melhor têm criado novos mercados. Nunca se viu tantas academias, clínicas de estética e produtos que prometem às pessoas que fiquem jovens por mais tempo. A cada dia cresce a quantidade de empresas preocupadas em oferecer produtos e serviços que fazem com que as pessoas vivam mais.
No entanto, ainda vemos um grande abismo entre a vontade de viver mais e as condições para se alcançar esse objetivo com saúde e disposição para aproveitar a vida como ela merece ser vivida. Aqueles que têm mais condições procuram utilizar seus recursos para se manter jovem a todo custo. “Ser jovem” passou a ser uma obsessão para muitos e uma obrigação para outros. A área mais afetada é a profissional. Hoje, uma pessoa de 45 anos é considerada “velha” para o mercado de trabalho.
Aqueles que perdem o emprego nesse período da vida têm grandes dificuldades para voltar rapidamente ao mercado de trabalho. Muitas empresas têm optado por contratar pessoas cada vez mais jovens, para reduzir custos e também para colocar “sangue novo” no lugar dos veteranos, que já estão perdendo o fôlego. Esse fato tem preocupado a vida de muitos profissionais considerados de meia-idade, que sentem a pressão por essa nova geração ávida por informação, conhecedora de novas tecnologias e que se atualiza constantemente.
Para manter-se jovem não basta apenas investir na aparência externa, é preciso estar constantemente aberto ao novo. Esteja aberto às novidades, invista em aprendizado, navegue na internet, exercite a criatividade, leia novos livros, aprenda uma nova língua, faça algo diferente todos os dias, corra riscos, tenha um sonho e não fique parado. A idade pode avançar, mas você pode se manter sempre jovem se quiser, é só não deixar seu espírito envelhecer.

8/7/2008 Fernando Oliveira
http://www.semanaglobal.com.br/EmpreendedorismoArtigoIntegra.aspx?x=13

Talento e dom não se sustentam sozinhos.

É comum encontrarmos pessoas que se dizem talentosas e observarmos outras que achamos serem talentosas ou terem o dom para suas atividades. Elas são das mais variadas áreas e podem ser gerentes, vendedores, professores, alunos, músicos, artistas, atletas, políticos, cozinheiros, etc.
Veja estes exemplos:
- Se pegarmos duas ou três crianças da mesma classe social, idade, escolaridade, etc. e as matricularmos em um curso de violão, estudando com o mesmo professor e praticando a mesma quantidade de horas por dia, veremos que no fim de seis meses elas estarão com níveis de habilidades diferentes no instrumento.
- Um grupo de jovens estagiários é contratado por uma empresa nas mesmas condições (idade, formação acadêmica, etc.) e encaminhado para um curso de preparação gerencial, ficando confinado durante determinado período e recebendo os mesmos estímulos e informações. É muito provável que no fim da capacitação alguns terão se destacado no grupo.
Os que se destacaram provavelmente possuem dom ou talento natural para essas atividades, e adquiriram essas qualidades por influência do meio em que viveram (família, herança genética, amigos e sociedade) ou por uma questão divina que não nos cabe querer explicar.
No entanto, talento e dom não se sustentam sozinhos. Existe uma linha tênue entre as conquistas advindas do talento e dom e as conquistas obtidas através de muito trabalho e persistência.
Há pessoas que executam tarefas com mais facilidade (talento), e para elas o caminho parece não ser tão árduo. Mas isso não quer dizer que terão mais sucesso que outras. Na prática, o sucesso é resultado de muito suor e determinação.
O talento e o dom fazem com que a “largada” seja mais rápida para o indivíduo talentoso, mas alguém mais esforçado poderá chegar muito mais longe. Todos nós temos dificuldade em determinadas coisas, e um bom exercício para todo profissional seria refletir sobre esses dons e investir em suas potencialidades. O ideal é unir a inspiração com a transpiração.
Quando seu talento e seu dom se unem com a perseverança, surge o grande diferencial.

18/4/2008 Fabiano Brum
http://www.semanaglobal.com.br/EmpreendedorismoArtigoIntegra.aspx?x=15

Ética também gera resultados

É crescente o debate sobre limites éticos, tanto no âmbito pessoal quanto nos negócios e na gestão pública. Esse tema, permanente nas relações humanas, acabou ganhando vulto entre nós nos últimos anos com a descoberta de grandes fraudes contábeis em gigantescas corporações norte-americanas e européias e no afloramento de escândalos políticos no Brasil. De alguns desses fatos decorreu a ampliação do esforço na melhoria da governança corporativa em diversos setores – uma das novidades mais relevantes do mundo empresarial nos últimos tempos.
No mundo corporativo, surgem perguntas incômodas: É possível uma empresa obter resultados acima da média sendo ética em todas as suas relações, sem exceção? Com ética nas relações se ganha dinheiro?
Quando alguém comete atos ilícitos na área financeira, quando rouba ou falseia dados, pode ser desmascarado e chamado a responder pelos seus atos. Entretanto, inúmeros atos prejudiciais à ética nos relacionamentos estão num âmbito surdo, que costuma passar despercebido de muitos, mas mesmo assim criam um ambiente de pouco respeito às pessoas. Sem ética interpessoal, o ambiente corporativo torna-se, como já testemunhei várias vezes, um campo onde todo dia se cometem micro assassinatos.
Ora, há sempre alguém prestando atenção na forma como uma empresa atua. Se ela possuir ética entranhada em seus valores reais (não aqueles exibidos em cartazes pelas paredes), ela será percebida como empresa ética. Se costuma tratar algum stakeholder com desrespeito, será percebida como empresa não ética. Praticar boa governança corporativa é atestar que o board age com transparência e confiabilidade com todos os stakeholders, que investe em relacionamentos interpessoais éticos.
Para ter acesso a capital, a empresa tem que transmitir confiança, o que significa ser comprável, ter produtos e serviços de alta aceitação pelo mercado. Na hora de investir, os grandes players não se fixam apenas nos balanços (mesmo porque eles podem ser maquiados), mas na qualidade da atitude de seus dirigentes, na postura traduzida em respeito por todos os envolvidos, consistência, transparência, sustentabilidade do negócio.
Por outro lado, não existem instituições sem as pessoas. E o incrível é que as pessoas se comportam como... pessoas. Têm sentimentos, inveja, amor, ego, sexualidade, paixão, rancores, ambições, sonhos, etc. Pessoas gostam ou não gostam de outras pessoas. Pessoas confiam, desconfiam e montam seus relacionamentos a partir do que sentem.
Como na entrada das empresas não existem escaninhos virtuais que as façam deixar do lado de fora suas crenças, seus anseios, defeitos e qualidades, nessa nebulosa gama de sentimentos se forma o que chamo de agenda oculta - a que existe atrás da agenda explícita e representa os reais motivos por trás das escolhas. Quantos projetos são construídos ou destruídos, aprovados ou rejeitados, não por questão financeira ou estratégica, mas porque há sentimentos humanos amarrados às decisões.
As agendas ocultas por vezes criam verdadeiros poderes paralelos. Nem sempre são fáceis de detectar, porque vêm acopladas ao body language, ao tom de voz, ao olhar. Uma agenda oculta não é obrigatoriamente “do mal”. Pode ser gerada em meio às melhores intenções. O que importa é se determinada agenda oculta interfere de forma negativa ou positiva nos atos da empresa e se contempla ou não as suas necessidades de transparência, controle, accountabilily, sustentabilidade.
A agenda aberta é consciente, explícita e comunicada. Já a agenda oculta pode ser tanto inconsciente quanto consciente. Por exemplo, a agenda “Eu vou acabar com a carreira desse cara” é consciente e clara para quem a tem. Quem estiver de fora pode percebê-la ou não. Depende das condições do grupo e da capacidade de camuflagem dos envolvidos.
Nas empresas, assim como em vários setores da vida, vivemos papéis arquetípicos, que influenciam nossas decisões. Quanto maior a nossa integridade, mais clareza teremos desses papéis e mais lisura teremos nas nossas relações interpessoais. Quem já não viu, nas organizações, alguém exercendo um papel de imperador, de bispo, de aconchavador, de algoz?
Digamos, por exemplo, que o CEO de uma corporação esteja dominado pela agenda oculta de permanecer no cargo a qualquer custo, calcado em algum impulso infantil inconsciente. Para se manter, ele vai burlando as boas práticas aqui e ali, de forma sub-reptícia. Nessa situação, pode se sentir um imperador, e pegar atalhos para privilegiar o curto prazo em detrimento do longo prazo. Pode postergar custos e antecipar vendas. Pode querer controlar todos os passos de pares seus que ameacem frustrar seus planos.
Quem gere empresas precisa aprender a lidar com esta realidade, própria da natureza humana: por trás do papel exercido estão as motivações e os desejos, o eventual excesso de ira, de avareza, luxúria, inveja, preguiça, soberba. Esse é o DNA de certas agendas ocultas. Os mais atentos percebem se as relações são pautadas por simpatia, dinheiro, amizade, parentesco ou atração sexual.
Justamente porque somos seres humanos, e porque cresce o debate sobre ética nas relações internas e externas da empresa, surgem de todo lado os estímulos às boas práticas de governança corporativa e clarificam e neutralizam os efeitos deletérios das agendas ocultas. Boa governança implica convivência interpessoal carregada de ética, pois promove um sistema de confiança em que todas as agendas, mesmo as ocultas, podem ser contempladas e mutuamente equilibradas. Afinal, boa governança não é algo que se tem, é algo que se vive.

8/7/2008 Herbert Steinberg
http://www.semanaglobal.com.br/EmpreendedorismoArtigoIntegra.aspx?x=14

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

EXPO MANAGEMENT 2008

Idéias, conceitos e tendências que inspirarão suas próximas decisões.
A ExpoManagement é o evento que une o melhor do pensamento do management mundial às melhores práticas do mercado brasileiro. Uma oportunidade única de estar em um ambiente de negócios por 3 dias, interagindo com os principais executivos no mundo empresarial.
Trata-se do maior encontro de executivos do mundo, com cerca de 20 mil visitações, nos três dias do evento.
Combinando um elevado padrão de organização com um público altamente selecionado, formado por decisores, os diversos ambientes da ExpoManagement são estruturados para propiciar oportunidades de relacionamento entre os participantes. Esta é a 8ª edição do evento no Brasil. Além de reunir os mais brilhantes pensadores mundiais de management, suas avançadas idéias, conceitos e tendências vêm aliadas às melhores práticas do mercado brasileiro na área de exposição do evento.
No auditório principal, 12 renomados especialistas internacionais e nacionais apresentam temas diversificados, tendências e conceitos que estão revolucionando o mundo dos negócios. Nomes consagrados como Peter Drucker, Michael Porter, Rudy Giuliani, Tom Peters, Stephen Covey, Alvin Toffler e Ram Charan, já passaram pela ExpoManagement.
Na área de Exposição, o número de 13 auditórios - com capacidade para cerca de 100 pessoas, onde são realizadas mais de 200 palestras paralelas durante os três dias do evento, abertas ao público do evento e ministradas por profissionais selecionados pela equipe da HSM.
As novidades em 2007 foram: o Expo Health Care -um espaço que busca inserir a importância do tema da Gestão da Saúde na pauta da comunidade executiva brasileira- e o Espaço Responsabilidade Social -desenvolvido para que os convidados e participantes da ExpoManagement tenham acesso às experiências de empresas pautadas pela sustentabilidade e que têm uma atuação socialmente responsável.
A ExpoManagement, que foi criada em 1998 na Argentina e, posteriormente, aperfeiçoada no Brasil, hoje é realizada também no México e na Espanha.


INFORMAÇÕES GERAIS - AUDITÓRIO PRINCIPAL
Dias: 10, 11 e 12 de novembro
Local:Transamérica Expo Center
Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387
Santo Amaro (atrás do Hotel Transamérica)
São Paulo - SP
Mapa
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Tel: 11 4689 6666 Fax: 11 4689 6667 eventos@hsm.com.br
Consulte as condições especiais para grupos: corporativo@hsm.com.br


http://www.hsm.com.br/eventos/expomanagement/auditorioprincipal/infogeral08/index.php

FRASE - WALTER LONGO

“Precisamos prestar atenção na disputa entre as duas características do povo brasileiro – inovador e monotemático -,
pois é daí que sairá o caldo de cultura do futuro.”
[Walter Longo]