Confira a seguir um trecho dessa reportagem que pode ser lida na íntegrana edição da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios de setembro/2008,
"Pequenas e centenárias. Essas empresas passaram por tudo: pelos tempos de ditadura, pelos sucessivos planos econômicos que só castigaram a economia, pelo advento do computador, do marketing, do design, da globalização e de uma infinidade de novidades que mudaram completamente a forma de se fazer negócios hoje em dia. Essas empresas sobreviveram às duras estatísticas que dão conta de que apenas uma entre três empresas ultrapassa a terceira geração de seus fundadores. E, destas, apenas 30% chegam à quarta geração. Qual é o segredo?
Talvez o mais importante deles seja a preocupação em passar às novas gerações a paixão pelas raízes e pelo próprio negócio. Como quem planta sementes, quem está no comando preocupa-se em formar sucessores cedo, quando eles ainda são meras crianças. "A preparação dos herdeiros para assumir o legado deixado por seus antepassados é fundamental para a longevidade de qualquer negócio", afirma o francês Olivier Richoufftz, membro da Family Business Network e um dos principais estudiosos das empresas familiares. Se no passado a troca de comando era algo natural, hoje pede mais profissionalismo. "Deve assumir a dianteira aquele que somar competência, habilidade e paixão pelo negócio, e não o filho mais velho ou o herdeiro direto", diz o consultor Werner Bornholdt, doutor em psicologia das organizações. Entregar o bastão à pessoa certa diminui os riscos de dilapidação do patrimônio e de estagnação.
Negócios com mais de um século de vida têm muita história para contar, é verdade, mas também muito que ensinar. Empresas centenárias têm uma capacidade singular de tropeçar, de se recuperar e de se apoiar na tradição sem perder o bonde da modernidade. Na trajetória de seis empresas centenárias, que você verá no decorrer desta reportagem, é fácil perceber que seus comandantes, nas suas mais diversas fases, procuraram reinventar o negócio a cada dia, equacionando passado e futuro de uma maneira equilibrada. Mas essa não é a única lição. Eis mais algumas... "
Talvez o mais importante deles seja a preocupação em passar às novas gerações a paixão pelas raízes e pelo próprio negócio. Como quem planta sementes, quem está no comando preocupa-se em formar sucessores cedo, quando eles ainda são meras crianças. "A preparação dos herdeiros para assumir o legado deixado por seus antepassados é fundamental para a longevidade de qualquer negócio", afirma o francês Olivier Richoufftz, membro da Family Business Network e um dos principais estudiosos das empresas familiares. Se no passado a troca de comando era algo natural, hoje pede mais profissionalismo. "Deve assumir a dianteira aquele que somar competência, habilidade e paixão pelo negócio, e não o filho mais velho ou o herdeiro direto", diz o consultor Werner Bornholdt, doutor em psicologia das organizações. Entregar o bastão à pessoa certa diminui os riscos de dilapidação do patrimônio e de estagnação.
Negócios com mais de um século de vida têm muita história para contar, é verdade, mas também muito que ensinar. Empresas centenárias têm uma capacidade singular de tropeçar, de se recuperar e de se apoiar na tradição sem perder o bonde da modernidade. Na trajetória de seis empresas centenárias, que você verá no decorrer desta reportagem, é fácil perceber que seus comandantes, nas suas mais diversas fases, procuraram reinventar o negócio a cada dia, equacionando passado e futuro de uma maneira equilibrada. Mas essa não é a única lição. Eis mais algumas... "
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